Olá!
Quanto tempo sem postar aqui... tem o que me falta. Os dias tem sido cansativos e curtos, mal tenho tido tempo para ficar mais com meus amigos.
Mas isso vai passar depois da monografia.
Um beijo, depois tenho mais materais para postar.
Mostrando postagens com marcador THIAGO ANDRADE. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador THIAGO ANDRADE. Mostrar todas as postagens
segunda-feira, 4 de abril de 2011
quinta-feira, 30 de dezembro de 2010
Bye Bye 2010!
Chega ao fim mais um ano, e por falar nisso que ano maravilhoso. Foi um ano de crescimento em vários sentidos da minha vida. Aprendi a dar ainda mais valor nas pessoas, acreditar cada vez mais no próximo e tentar mudar aquilo que está errado.
No fim de 2009, eu fiz uma lista com coisas que eu gostaria de mudar em 2010. O resultado dessa brincadeira foi surpreendente, eu consegui mudar tudo. Vou resumir os meses de 2010:
Janeiro - Mês da diversão, da alegria e d vontade do NOVO, até de serviço eu mudei.
Fevereiro – Além do Carnaval que eu curti demais foi o mês de voltar a estudar e como eu estudei [hehehe]. Não fiquei de PF durante o ano.
Março – Amizade é tudo! Neste mês eu curti muito com Jéssica, Karine, Andressa, Thaisa, Dedete... entre outros =D.
Abril - [Hahaha], vamos pular este mês? Brincadeirinha =D... um beijo para quem é do signo de Áries.
Maio – Passei frio... conheci pessoas especiais que logo ganharam um lugar no meu coração.
Junho – Só folia da Copa... ahhh teve show da Ivete Sangalo em Chapada dos Guimarães, foi demais. Conheci o Thadeu Guerra neste mês, um grande amigo.
Julho – Feijoada de Inverno, tristezas e alegrias, mas os momentos bons superaram... dia 12 daquele mês eu comecei a trabalhar na campanha de Mauro Mendes para governador, ele não ganhou, mas me possibilitou conhecer pessoas especiais e trabalhar com uma equipe linda.
Agosto – Mês do meu níver, mês de festa [hahaha]. Agradeço muito a Deus a oportunidade de fazer mais um ano de vida, [VIXEEE, já tenho 21].
Setembro - A intensidade desde mês foi única. Mês em que a campanha política ferveu este estado, e eu lá no meio, é claro!
Outubro - À volta para a Rádio Cidade marcou este mês. Eu adoro esta rádio, é a minha cara [como disse uma pessoa especial].
Novembro - Foi um mês corrido, fim de semestre é sempre assim.
Dezembro – Festa Domingo, segunda, terça, quarta, quinta, sexta e sábado... ufa. Preciso descansar um pouco. Mas, isso eu deixo para depois do dia três de janeiro de 2011.
Desejo a vocês um maravilhoso 2011! Vamos abalar e twittar muito galera =D
No fim de 2009, eu fiz uma lista com coisas que eu gostaria de mudar em 2010. O resultado dessa brincadeira foi surpreendente, eu consegui mudar tudo. Vou resumir os meses de 2010:
Janeiro - Mês da diversão, da alegria e d vontade do NOVO, até de serviço eu mudei.
Fevereiro – Além do Carnaval que eu curti demais foi o mês de voltar a estudar e como eu estudei [hehehe]. Não fiquei de PF durante o ano.
Março – Amizade é tudo! Neste mês eu curti muito com Jéssica, Karine, Andressa, Thaisa, Dedete... entre outros =D.
Abril - [Hahaha], vamos pular este mês? Brincadeirinha =D... um beijo para quem é do signo de Áries.
Maio – Passei frio... conheci pessoas especiais que logo ganharam um lugar no meu coração.
Junho – Só folia da Copa... ahhh teve show da Ivete Sangalo em Chapada dos Guimarães, foi demais. Conheci o Thadeu Guerra neste mês, um grande amigo.
Julho – Feijoada de Inverno, tristezas e alegrias, mas os momentos bons superaram... dia 12 daquele mês eu comecei a trabalhar na campanha de Mauro Mendes para governador, ele não ganhou, mas me possibilitou conhecer pessoas especiais e trabalhar com uma equipe linda.
Agosto – Mês do meu níver, mês de festa [hahaha]. Agradeço muito a Deus a oportunidade de fazer mais um ano de vida, [VIXEEE, já tenho 21].
Setembro - A intensidade desde mês foi única. Mês em que a campanha política ferveu este estado, e eu lá no meio, é claro!
Outubro - À volta para a Rádio Cidade marcou este mês. Eu adoro esta rádio, é a minha cara [como disse uma pessoa especial].
Novembro - Foi um mês corrido, fim de semestre é sempre assim.
Dezembro – Festa Domingo, segunda, terça, quarta, quinta, sexta e sábado... ufa. Preciso descansar um pouco. Mas, isso eu deixo para depois do dia três de janeiro de 2011.
Desejo a vocês um maravilhoso 2011! Vamos abalar e twittar muito galera =D
sexta-feira, 5 de março de 2010
Resenha do livro Minha Razão de Viver
Após ler o livro Minha Razão de Viver de Samuel Wainer, tenho a certeza que este foi um dos maiores nome do jornalismo brasileiro do século XX. Samuel tinha o sangue de repórter correndo em suas veias desde muito cedo.
Algo que nos deixa fascinado em sua história é a arte de estar no lugar certo e na hora certa, registrar os acontecimentos que viveu, ou como no caso de Getúlio Vargas chegar na hora em que o homem precisava falar. Fiquei imaginando como era cobrir sozinho, à eleição de um candidato a presidente. Todos os outros jornais eram contra a candidatura de Vargas, e ainda assim ganhar as eleições. É fascinante a narração que Samuel faz dos comícios de Getúlio por todo Brasil, em que ele foi o único jornalista a acompanhar.
Seu companheirismo com Getúlio nos revela o outro lado na notícia. Vargas foi quem articulou para que Wainer pudesse fundar seu jornal diário nomeado Última Hora. A intenção principal era que o jornal pudesse trabalhar junto ao governo Vargas. Pois naquela época o presidente não tinha o apoio dos donos de jornais, principalmente do dono dos Diários Associados, Assis Chateubriand.
Desde a época da revista Diretrizes Wainer mostrou ser preocupado com a redação, e com a sua ideologia esquerdista. Samuel por vezes cita que poderia ter ficado rico pela influência que tinha durante governo Vargas e Juscelino, mas não o fez. Segundo ele todo o dinheiro que recebia era investido na redação de seu jornal. Com a preocupação de garantir ao leitor um material de qualidade.
O jornal Última Hora cresceu e se expandiu para outros estados. Samuel relata o caso em que mentiu que mandou quase 200 profissionais para cobrir uma Copa do Mundo, sendo que na verdade a maioria das matérias eram de agências internacionais, onde os textos eram mudados aqui.
Outras partes que também chamam a atenção é quando começa a Ditadura Militar no Brasil, quando Castelo Branco faz vigorar os Atos Institucionais. A impressa Brasileira passou a ser duramente censurada, e Samuel cita um caso em que precisou ser amigo dos militares para que não fosse preso novamente. Também a sua ida para o exterior por conta do Regime.
Todas essas partes são marcadas pela inimizade que ele tinha com o jornalista Carlos Lacerda, que foi seu colega de trabalho na época da revista Diretrizes. Essa inimizade marcou até mesmo a postura da população politizada, os lacerdistas, que não eram poucos não gostavam nem de olhar para a Samuel. Por vezes Wainer teve que deixar encontros ou lugares para não polemizar a situação, isso que dá ainda mais graça a história de vida desse grande jornalista.
A música de esquerda durante o Regime Militar no Brasil

Durante os anos de 1964 a 1985 o Brasil sofreu com a censura ampla, geral e irrestrita imposta com os 17 Atos Institucionais editados pelo Regime Militar. Durante esses anos tornou-se rotina o autoritarismo, perseguições, prisões e imposição de censura prévia aos meios de comunicação.
A censura à produção cultural passou a perseguir todas as idéias que fossem contrárias aos interesses dos militares que detinham o poder. Até mesmo aquelas que não tinham conteúdo diretamente político. Com isso o cinema, o teatro, a imprensa, a literatura e a música foram atingidos em cheio.
Mesmo com a censura, acontece um crescimento e uma profissionalização do cenário artístico brasileiro. Nesse período, principalmente no fim dos anos 60 ao inicio dos anos 70, aconteceram grandes festivais que ganham força com suas músicas de protesto contra o Regime Militar, e com caráter nacionalista. Por outro lado os censores da ditadura, intensificadas ações que tomaram formas nada flexíveis com os artistas e divulgadores da cultura no país.
Os artistas eram vistos pelos militares como pessoas da esquerda que buscavam a desestabilização do Regime, com isso as chamadas músicas de protesto ganhavam força na sociedade essas músicas falavam daquilo que era proibido à nação.
Na maioria das vezes para driblar a censura os artistas usavam muitas metáforas em suas letras. Os estudantes que antes lutavam com a UNE - União Nacional dos Estudantes (Foto) passaram a ter na música a principal arma para o protesto. Os militares queriam passar um boa imagem do Brasil para isso acontecer, eles banalizaram o sexo, as drogas e até mesmo o divorcio. Devido a isso a maioria das letras, eram vetadas por falarem em questões morais. Para preservar a imagem de nação brasileira com rígida moral cristã, a censura procurava a anti-metáfora da música de protesto, a música simples e direta do povo.
O cantor e compositor goiano Odair José, conhecido como o terror das empregadas, foi perseguido por versos que feriam a hipocrisia puritana, provando mais uma vez a forte influência igreja durante o regime. Teve sua música “A Pílula” censurada por pressão da Igreja Católica. Luis Ayrão, cantor de música brega, compôs no 13º aniversário do golpe “há 13 anos que te aturo e não agüento mais”, à qual deu o título de “Divórcio”. Usando esse nome censura acabou não percebendo a metáfora e a música pode ser gravada. A grande maioria dos vetos foi justificada em nome da preservação dos valores tradicionais da família brasileira. Sob esta tópica circularam os mais variados tópicos, desde a defesa da religião católica até a proibição de assuntos em pauta na época, que foram considerados pela censura como atentatórios à tradição da família brasileira, como, por exemplo, referências ao uso de drogas, ao homossexualismo e à questão do divórcio, muito discutida na década de 1970.
Tropicalismo
O tropicalismo foi um movimento musical, que também atingiu outras esferas culturais (artes plásticas cinema, poesia), surgido no Brasil no final da década de 1960. O marco inicial foi o Festival de Música Popular realizado em 1967 pela TV Record (foto).
O tropicalismo, também conhecido como Tropicália, foi inovador ao misturar aspectos tradicionais da cultura nacional com inovações estéticas como, por exemplo, a pop art, rock, bossa nova, baião, samba, bolero, entre outros. As letras das músicas possuíam um tom poético, elaborando críticas sociais e abordando temas do cotidiano de uma forma inovadora e criativa.

Esse movimento transformou os gostos vigentes, não só em relação à música e à política, mas também à moral e ao comportamento, ao corpo, ao sexo e ao vestuário. A contracultura hippie foi assimilada, com a adoção da moda dos cabelos longos encaracolados e das roupas escandalosamente coloridas. O movimento manifestou-se principalmente na música, cujos maiores representantes foram Caetano Veloso, Torquato Neto, Gilberto Gil, Os Mutantes e Tom Zé; manifestações artísticas diversas, no cinema e no teatro brasileiro. Um dos maiores exemplos do movimento tropicalista foi uma das canções de Caetano Veloso, denominada exatamente de "Tropicália".
O Tropicalismo era visto por seus adversários como um movimento vago e sem comprometimento político, comum à época em que diversos artistas lançaram canções abertamente críticas à ditadura. De fato, os artistas tropicalistas faziam questão de ressaltar que não estavam interessados em promover através de suas músicas temáticas à problemática político-ideológica, acreditavam que a experiência estética vale por si mesma e ela própria já é um instrumento social revolucionário. Dado o caráter repressivo do período, a intelectualidade da época a proposta tropicalista era rejeitada, e seus representantes considerados alienados. Apenas décadas mais tarde, quando o movimento já havia se esvaziado, ele passou a ser efetivamente compreendido e deixou de ser tão criticado.
Foi um movimento que renovou radicalmente as letras de músicas, e os poetas. Exemplo disso foi Torquato Neto e Capinan, que compuseram com Gilberto Gil e Caetano Veloso trabalhos cuja complexidade e qualidade foram marcantes para diferentes gerações. Os diálogos com obras literárias como as de Oswald de Andrade ou dos poetas concretistas elevaram algumas composições tropicalistas ao status de poesia. Suas canções compunham um quadro crítico e complexo do País. O movimento, libertário por excelência, durou pouco mais de um ano e acabou reprimido pelo governo militar. Seu fim começou com a prisão de Gil e Caetano, em dezembro de 1968. A cultura do País, porém, já estava marcada para sempre pela descoberta da modernidade e dos trópicos.
Por:
ANDRESSA SALES, DANTIELLE GOMES, THIAGO ANDRADE e WESLLEN ORTIZ
Assinar:
Postagens (Atom)